domingo, 22 de novembro de 2009

Piadinha


Como N'aiPES, joga-se cartas...

sábado, 21 de novembro de 2009

Luz vaga, distante
Pulsa a cada instante
Uma incerteza esperançada..


Um fogo inflamado
Consome os retalhos do passado
Enquanto a alma acalma
E o futuro parece mais perto...


21/11/09

quarta-feira, 4 de novembro de 2009


Um dia pegamos na Olívia e levamo-la a passear na marginal.

Qualquer dia..





Fica prometido

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Destinos

Depois de um ano esgotante( literalmente), eis que me encontro aqui sem nada para fazer. E não consigo deixar de sentir que este ano estou destinada a fazer coisas grandes.. É o ano em que quero sair do meu mundinho e provar o que a vida tem de bom. Só tenho que descobrir o meu destino. Ja pensei que seria viajar, ir por essa Europa fora aprender linguas e culturas, já pensei que fosse dedicar todo o meu tempo ao voluntariado, já pensei que fosse procurar uma forma de estar mais próxima de Deus...
Não sei o que os astros me reservam mas sei que o Destino me encontrará e sei que sabe-lo-ei quando ele chegar.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

10 coisas a fazer numa hora

Há sempre aqueles momentos de impasse, em que não temos tempo para fazer nada de relevante e que simplesmente ficamos empatados num sítio qualquer sem absolutamente nada para nos entreter. Aqui ficam algumas soluções para evitar a seca descomunal dos "tempos mortos":

Tirar uma boa soneca. É saudável e ficamos bem mais dispostos, mas há que agarrar bem a carteira e o telemóvel para o caso de aparecer algum malandro. Para os que dominam a técnica de dormir de olhos abertos isso deixa de ser um problema.

Ler uma revista. Se for uma revista cor de rosa é capaz de ainda sobrar para a próxima sessão de tempo perdido. Se for uma revista mais séria reverterá com certeza para a primeira sugestão.

Discutir com o namorado. Drama, drama e mais drama. Nestes casos nunca acaba o tema de conversa e uma hora vai parecer um minuto. Vai parecer-lhe que ainda muita coisa ficou por dizer..

Fazer as pazes com o namorado. Aproveite este tempo de descontracção para escrever mensagens lamechas com muitos bonequinhos sorridentes. Não se esqueça de pedir muitas vezes desculpa e de dispensar algumas lágrimas para "fazer render o peixe".


5º Se for solteiro(a) poderá sempre criar um amigo imaginário que o ajude a ultrapassar esta hora díficil. Fixe o olhar no vácuo e converse internamente consigo. Tenha o cuidado de ser manter em silêncio, não vao chamá-lo de maluco.


Olhar atentamente para as pessoas à sua volta. Esta técnica de observação foi já há muito desenvolvida pelos nossos antepassados e mesmo assim continua actual. Não se preocupe que os seus momentos de solidão acabarão rapidamente! Alguém o interpelará, nem que seja para o acompanhar à saída.

Tirar notas. Esta solução poderá ser usada como complemento das duas anteriores. Utilize-a para apontar o que de mais importante o seu amigo imaginário lhe diz ou as características das pessoas que o rodeiam. Guarde com cuidado estes apontamentos pois poderão tornar-se um best-seller, lembre-se do fenómeno Harry Potter.

Materializar-se para outro lugar. Poderá escolher o destino que quiser e sem se preocupar com as despesas. O único senão é que, em geral, não resulta e enquanto pensar que está numa praia paradísiaca, estará certamente no mesmo lugar e com um ar esgroviado e assustador. Poderá ser convidado a sair ou ser chamado de maluco.

Meter-se numa briga. Ajuda a aliviar o stress e sentir-se-á como novo. Tenha o cuidado de escolher bem o seu adversário. Opte por uma pessoa mais pequena e franzina. Mas não exagere! Escolha à sua medida para poder sentir em pleno a adrenalina de um murro!

10º Escrever num Blog. A mais descabida de todas sem dúvida, mas vai entretendo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Causa Monárquica

Não defendo nem compreendo a defesa deste regime político. Reconheço as vantagens que daí advieram noutros países, mas entendo-o como puro retrocesso no nosso. Depois de experimentada a liberdade de voto, de expressão, de escolha como poderemos voltar a um regime em que o poder é heriditário? Poder este de uma família que não sei o que a torna diferente da minha.. Que legitimidade tem um rei? Quem lhe atribuiu esse título? Não foi concerteza imposição divina..
De qualquer modo, o chefe de Estado deverá traduzir a vontade e crenças do seu povo. Como o fará se as desconhece, se a sua realidade é completamente diferente? Se não foi escolhido por ele para o representar?

Não creio que a estabilidade e continuidade sejam suficientes para abdicar do verdadeiro poder, o da escolha.

sábado, 15 de agosto de 2009

FIM-DE-SEMANA

Que bom!! :D