Suspiro
Na noite escura que me apaga os passos, encontro-me sei saber onde estou.
Está frio, não vejo um palmo.
Não vejo a minha sombra, não sinto presença alguma.
Silêncio.
Sei que sou eu. E estou aqui.
Agora só me resta esperar pelo amanhã...
Avisam-se todos os leitores ou ocasionais transeuntes que o conteúdo deste blog não deve ser tomado a sério em nenhuma situação, uma vez que resulta apenas dos delírios de uma jovem mente pouco ou nada sã.
sábado, 30 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Deixo que o frio me fira pele.
Deixo que o sol entre pela janela,
Mas adormeço.
Deixo-me cair nesta melancolia diabólica que me roi e arrasta numa espiral sem fim.
Tento chegar ao fim do labirinto.
Só aí posso respirar fundo e renascer, qual fenix ardente.
Mas as feridas já são demasiadas.
Renasço frágil, assustada, magoada.
E nesta existência debilitada tento crescer e sobreviver.
Deixo que o sol entre pela janela,
Mas adormeço.
Deixo-me cair nesta melancolia diabólica que me roi e arrasta numa espiral sem fim.
Tento chegar ao fim do labirinto.
Só aí posso respirar fundo e renascer, qual fenix ardente.
Mas as feridas já são demasiadas.
Renasço frágil, assustada, magoada.
E nesta existência debilitada tento crescer e sobreviver.
domingo, 22 de novembro de 2009
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